9 de jan. de 2012

Ciências Forenses - Parte I

O conjunto, de todos os conhecimentos científicos e técnicas utilizadas para desvendar mortes são conhecidos como Criminalística, ou Ciências Forenses. O objetivo dessas ciências é descobrir quando, como e onde o ser morreu e quem matou.
Os responsáveis por realizar esse trabalho são conhecidos como peritos que realizam os testes forenses dentro das instituições policiais.
Essa área foi espalhada pelo mundo através de séries de TV, como por exemplo:

CSI: Crime Scene Investigation

Bones




Um pouco da História da Ciência Forense

Factos mais relevantes:
*287-212 AC - Arquimedes prova que uma coroa não era toda feita de ouro tal como o vendedor afirmava através do uso de inúmeros princípios da Física.
*Século VII- Primeiro uso registado de impressões digitais na Arábia, segundo os relatos do mercador Suleiman.
*1247- É escrito o livro “Xi Yuan Ji Li” cuja tradução livre pode ser “Compilação de casos resolvidos” e que contém o primeiro registo do uso da medicina e da etimologia como forma de resolver crimes.
*Século XVI- Ambroise Paré, um cirurgião Francês, estuda os efeitos de uma morte violenta nos órgãos internos; Fortunato Fidelis e Paolo Zacchia, dois cirurgiões Italianos criam a base para a fundação da patologia moderna ao estudarem mudanças que ocorriam na estrutura do corpo após um crime violento.
*1686- Marcello Malpighi, um professor de anatomia na Universidade de Bolonha reinventou o sistema das impressões digitais.
*1780- Foram escritos inúmeros trabalhos sobre Medicina Forense como, por exemplo, o “Tratado sobre Medicina Forense e Saúde Pública” escrito pelo médico Francês Fodéré.
*1806- O cientista Alemão Valentin Ross descobre como detectar arsénico nas paredes do estômago de uma vítima desse veneno.
*Século XIX- É criada a primeira força de detectives, a “Sûreté de Paris” pelo detective Eugène François Vidocq.
*Século XX- Criam-se organizações como o FBI nos EUA e a Interpol na Áustria. É inventado o primeiro sistema automatizado de identificação de impressões digitais. Com a chegada da informática, verificam-se cada vez mais progressos nas áreas da Ciência Forense.
(Fonte: Site Forense)

O conjunto das ciências

A área forense é ampla, com uma diversidade de ciências que são utilizadas em conjunto para ter um resultado sobre algum caso.

As ciências relacionadas e as técnicas utilizadas são: Antropologia forense, Computação Forense, Biologia forense (Bioquímica forense, Botânica forense, Entomologia forense, Genética forense, Hematologia forense, Histologia forense), Medicina forense (Psiquiatria forense, Traumatologia forense, Asfixiologia forense, Toxicologia forense, Tanatologia forense), Química forense, Forense computacional, Matemática forense, Papiloscopia forense ou Datiloscopia forense, Balística forense, Fotografia Forense.

8 de jan. de 2012

Creatina Quinase

CK
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o consumo de ATP com formação de ADP.
A creatina quinase está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo es quelético, cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireóide, placenta, bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são essencialmente desprovidos desta enzima.

Significado Clínico
A CK é um dimer composto de duas subunidades: M (muscle-músculo) e B (brain-cérebro). A composição dessas duas subunidades resulta em três isoenzimas: MM, MB e BB. Níveis elevados de CK são encontrados em infarto agudo do miocárdio. A elevação já é constatada 6 horas após o início do quadro e atinge o ápice em torno de 24 horas, permanecendo os valores elevados por 72 a 96 horas.
Valores elevados são encontrados na distrofia muscular progressiva (tipo Duchene). Níveis elevados de CK tem sido encontrados em pacientes portadores de hipotireoidismo e nos politraumatisados. A determinação da isoenzima CK-MB em pacientes com suspeita de infarto do miocárdio confere especificidade ao diagnóstico.

Fonte: Bioquímica Clínica: Princípios e Interpretações.
Doles Reagentes

1 de jan. de 2012

Feliz 2 Mil e Doce


Que esse ano seja repleto de alegrias e vitórias!
Que 2012 seja cheio de postagens no Bio-Trabalho.
Obrigada a todos os leitores por mais um ano de funcionamento do blog, mesmo com alguns problemas que apareceram no decorrer de 2011.
Sejamos melhores em tudo nesse ano!
Feliz 2 Mil e DOCE para todos.